Início Gastronomia Chalé da Traíra reabre, após incêndio, com promoções

Chalé da Traíra reabre, após incêndio, com promoções

Os frequentadores do Chalé da Traíra, alguns há mais de 20 anos desde quando a casa foi criada, ficaram apenas 16 dias sem frequentar um dos bares/restaurantes mais tradicionais do Guará. Foi o prazo para a reconstrução da cozinha e da parte elétrica, destruídas pelo incêndio no dia 21 de julho, um domingo à noite.
De acordo com a proprietária da casa, Francisca Roque de Araújo, o incêndio não alterou a qualidade e a rotina dos serviços oferecidos após a reforma. “Pelo contrário, nos deu forças para rever e agradar aos amigos antigos e os novos. Por outro lado, está servindo de alerta para os cuidados que precisamos tomar para evitar novos acidentes”, diz ela.

A moqueca de pescada amarela com camarão está em
promoção, por R$ 159,90, e a traíra sem espinha sai a partir de R$ 79


Tradição em todo o DF
Embora esteja localizado no Guará, o Chalé da Traída é conhecido por frequentadores e conhecedores de bons botecos de todo o Distrito Federal. Alguns são fiéis clientes há muitos anos, mesmo morando em regiões mais distantes. A traíra sem espinha do Chalé é considerada pelos apreciadores da iguaria a melhor de Brasília, pela forma do preparo, a qualidade do produto e o tempero.

A família de Zélia Alves (no centro à direita) escolheu o Traíra para comemorar o aniversário dela
O gerente Rogério Monteiro e a proprietária Francisca Roque garantem que o acidente foi superado e prometem mais promoções

Criado há 22 anos por Wellington Oliveira (falecido em 2014), o Chalé da Traíra dividiu com o Bar do Mané, fechado há três anos, a preferência dos botequeiros do Guará durante mais de 15 anos. Hoje, a concorrência mais forte é apenas com o Bar do Toizinho, na QI 14 do Guará I, que é um bar mais raiz e que serve somente petiscos.
O carro chefe da casa, como o próprio nome indica, continua sendo a traíra sem espinha, com a mesma qualidade e o mesmo tempero do prato criado pelo pai de Wellington, João Manga, no quiosque da Vila Planalto.
Mas o padrão Chalé da Traíra foi mantido durante todo esse tempo graças também ao gerente da casa desde quando ela foi criada, Rogério Monteiro, que era o assessor direto de Wellington, com quem aprendeu o ofício.
Diferente dos botecos especializados apenas em petiscos, o Chalé da Traíra é também um restaurante, inclusive com pratos executivos durante o almoço e um vasto cardápio à la carte, que atrai famílias e grupos de amigos. A família do casal Geraldo França e Maria Helena Alves garante que frequenta a casa desde quando ela foi criada. “Pelo menos uma vez por semana nos reunimos aqui”, diz Geraldo, que escolheu a casa para comemorar o aniversário de 70 anos de Maria Helena, nesta quarta-feira, 7 de agosto, com os filhos Marcos e Geraldo Júnior e a irmã dela, Zélia Alves. Durante as duas semanas, a família teve que procurar outro boteco, mas não gostou. “Nada é igual ao Chalé da Traira”, afirma o filho Geraldo Júnior.
No pós incêndio, a casa reabre com promoções, como moqueca de pescada amarela, de R$ 179,90 por R$ 159,90 com camarão e R$ 129,90 sem camarão. E também a carne de sol completa (2 a 3 pessoas), de R$ 143,90 por R$ 109,90. Também em promoção o prato executivo (almoço de segunda a sexta) de picanha, de R$ 44,90 por R$ 33,90. A famosa traíra sem espinha, com arroz branco, pirão e salada, pode ser pedida para 1 a 2, por R$ 79,90, 2 a 3 pessoas por R$ 109,90, 3 a 4 pessoas por R$ 149,90 e a maior, para até 5 pessoas, por R$ 239,90

 

QE 42 Conjunto A

Segunda a sábado das 11h à 0h
Domingo e feriados das 11h às 20h

(61) 3964-0066

@chaledatraira

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