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Surto de caramujo africano no Guará

Espécie tem aumentado nos condomínios próximos ao córrego Vicente Pires e apresentam risco à saúde

Moradores dos setores Iapi, Bernardo Sayão e Guará Park tem relatado o aumento da presença do caramujo africano em seus quintais e até mesmo dentro de casa. Eles surgem geralmente após as chuvas e no final da tarde e apresentam riscos à saúde quando eles são infectados por parasitas vindos de ratos. Quando infectado por vermes, o caracol africano pode transmiti-los e provocar doenças, como a meningite eosinofílica ou a enterite eosinofílica.
O caramujo africano é uma espécie invasora e representa um risco tanto para a saúde pública quanto para a biodiversidade local. Eles são hermafroditas e procriam a cada dois ou três meses com fecundação cruzada, podendo colocar em média 200 ovos por postura e se reproduzir mais de uma vez por ano. Esses ovos são parecidos com a semente de mamão, branco-amarelados e ficam parcialmente enterrados. A estimativa média de vida do caracol é de 5 a 6 anos.
De acordo com a Secretaria de Saúde, os riscos que a espécie traz são diversos. A infestação, em um primeiro momento, causa danos a plantações e jardins. Também é um risco real para a biodiversidade quando vai até a área nativa.

Como combatê-los
Como é um fato novo, a maioria dos moradores não sabe como combatê-los. Recomendações publicadas na Internet sugerem colocá-los em um balde com água fervente e depois enterrar os cascos, como o método mais fácil de eliminar os caramujos africanos e evitar que eles continuem se proliferando.

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