A Casa de Cultura do Guará será palco de uma celebração especial no dia 18 de setembro: o encontro Baques de Angola, que une Pernambuco e o Cerrado em um grande cortejo de maracatus. O evento acontece das 18h às 22h e reúne mestres, grupos e coletivos dedicados à preservação dessa tradição ancestral.
Diretamente de Pernambuco, participam o Mestre Hugo Roxiluan, regente da Nação Leão da Campina, conhecido como guardião dos toques e cantos do maracatu, e a Sub-Mestra Kissimin, percussionista e educadora que atua na preservação dos fundamentos da Leão da Campina, inspirando novas gerações.
De Brasília, o evento conta com a força de quatro grupos que mantêm viva a tradição do maracatu no Cerrado. O Zenga Baque Angola, criado em 2017, conecta a capital às nações pernambucanas, promovendo ensaios abertos e a transmissão oral dos saberes. O Dandalunda, primeiro maracatu da Ceilândia, formado por artistas periféricos, resgata ritmos como coco, ciranda e maracatu em composições autorais que celebram águas, fertilidade e ancestralidade. Já os Tambores do Amanhecer, nascidos em 2019 em Planaltina, carregam a linhagem da Nação Porto Rico de Recife e têm como missão espalhar o maracatu no Cerrado com oficinas e rodas de formação.
O encontro promete ser uma noite de memória, resistência e festa, em que cada baque ecoa a força da ancestralidade e da cultura popular.
📍 18 de setembro | Casa de Cultura do Guará
⏰ Das 18h às 22h
📲 @saobatuque | @rosadosventosinstituto
🗓 Inscrições: Clique aqui










