Jornal do Guará
SABOR DO PARÁ – A legítima comida paraense no Guará
Por suas dimensões continentais, o Brasil não tem uma culinária que pode ser chamada de típica e exclusiva do país, porque cada região tem a sua, geralmente trazida das origens dos povos que a compõem, como a Europa e a África. Entretanto, a gastronomia do Norte e Nordeste pode ser considerada a mais autêntica brasileira, porque é a que mais aproveita elementos nativos, descobertos por caboclos e indígenas, e aprimorada por portugueses e africanos que vieram morar na região. Pratos como tacacá, pato no tucupi, vatapá, açaí, maniçoba, fazem parte de uma culinária que envolve magia, história e trajetória de um povo que fez do espaço físico privilegiado a sua cultura.
É impossível falar de gastronomia amazônica, aqui incluídos também Amazonas, Acre, Roraima e Rondônia, sem pensar na natureza, a maior provedora das iguarias básicas dessa culinária regional, como peixe, camarão, caranguejo, mariscos, aves, caças, pato, folhas, ervas e pimentas.
Mas, fora do Pará, a comida regional do estado não é tão fácil de ser encontrada, por causa da distância que exige uma logística para garantir o frescor dos produtos e a qualidade do preparo.
Feita essa referência, vamos ao que mais interessa ao leitor, que é encontrar a melhor comida paraense...
Artista russa Ioulia Minenkova, sucesso no YouTube, dá aulas de pintura no Guará
O sorriso fácil e o sotaque diferente encantam nos seus vídeos para o Youtube. Russa, Ioulia mostra um pouco do seu dia a dia com a curiosidade quase infantil. Seu deslumbramento traz sempre um olhar único sobre qualquer coisa. Um vídeo seu caminhando entre a estação do metrô e seu trabalho, na Espaço Sonoro, na QE 26, fez muito sucesso na cidade e foi bastante compartilhado. Nele, a artista mostrava-se encantada com a cidade. “O Guará é limpo, organizado, bem arborizado. Achei uma cidade linda. Adoro ver as casas, bem diferentes das russas e os prédios que, mesmo antigos, são bem conservados. Na Rússia os prédios não são conservados porque não tem o sistema de condomínios que tem aqui”. Ioulia acaba frequentando a cidade fora dos dias em que trabalha. “Adoro a Feira do Guará, onde encontro de tudo. Para mim é a melhor feira”
https://www.youtube.com/watch?v=AbGhh63TYBg
Nascida em Omsk, na Sibéria, Ioulia chegou ao Brasil há 10 anos. “Vim ao Brasil pelo amor, pois eu me apaixonei por um brasileiro. Comparado com a Sibéria, aqui é o paraíso, principalmente pelo clima”. É a terceira geração de uma família expulsa de Moscou pela revolução vermelha. Viveu na Suíça antes de conhecer o...
Lançado edital de PRIVATIZAÇÃO DO CAVE
Cinco anos depois que o projeto foi elaborado, finalmente o Governo do Distrito Federal lança o edital de privatização do Complexo de Esporte e Lazer do Cave. A Secretaria de Esporte e Lazer publicou nesta segunda-feira, 21 de fevereiro, o edital para a escolha do concessionário que vai revitalizar e gerir o complexo por 30 anos, renováveis por mais tempo se houver interesse das partes. A concessão inclui a área de 393.778,772 metros quadrados, que inclui o ginásio coberto, o clube de vizinhança, o Teatro de Arena, as pistas de bicicross e skate, as quadras poliesportivas e o estádio.
De acordo com o edital, que será aberto no dia 29 de março, a concorrência será por “Oferta de Maior Percentual sobre a Receita Operacional Bruta, para pagamento de outorga variável pela concessão onerosa de obra pública”. Ou seja, quem oferecer a melhor proposta igual ou superior a R$ 31,7 milhões e se comprometa a revitalizar e reconstruir a maior parte dos equipamentos, o principal deles a reconstrução do Estádio do Cave, parcialmente demolido desde 2016.
O projeto prevê, além da reconstrução do estádio, a construção de um novo ginásio de esportes coberto em outro local, um clube social, uma espécie de...
GUARÁ FM – A rádio comunitária da cidade
Até a chegada da Internet, o rádio era o meio de comunicação mais democrático e mais acessível existente, sendo, até hoje, o mais utilizado pela facilidade de acesso e por poder ser acessado de forma passiva, enquanto se faz outra coisa. Mesmo assim, a sua programação foi durante muito tempo centralizada nos grandes centros, produzida por emissoras comerciais e pouco se reportava ao que acontecia nas pequenas cidades ou em comunidades longínquas. Para cobrir essa lacuna é que o governo brasileiro criou as rádios comunitárias em 1988, com o objetivo de dar voz aos moradores de uma determinada região. A liberação, entretanto, teve o cuidado de não tirar o espaço das rádios comerciais, que pagam pela concessão e tem um custo de manutenção muito maior, além de pagar mais impostos.
A proposta era destinar essas rádios somente às associações sem fins lucrativos, para que pudessem se preocupar apenas com divulgação de eventos, valorização das manifestações culturais e disseminação de costumes e tradições locais.
Para não criar uma concorrência predatória com as rádios comerciais, a legislação estabelece alguns limites de funcionamento das rádios comunitárias, caso de frequência com o mesmo dial de todas elas, e alcance, além da proibição de contratar e...
Fecharam o estacionamento do comércio – Que se dane a opinião do morador…
O esvaziamento das administrações regionais, reduzidas a meros cartórios - para receber, carimbar e encaminhar documentos; em ouvidorias - para receber demandas e reclamações; e em moeda de troca de apoio de parlamentares, cada vez mais tem isolado a população das decisões tomadas pelo governo nas cidades do Distrito Federal. Até para uma simples operação tapa-buraco, as administrações têm que pedir benção a outros órgãos, como Novacap e o programa DF Presente, porque dispõem de uma mínima estrutura para realizar a manutenção das áreas pública da cidade, diferente do que já foi um dia.
O exemplo mais recente desse esvaziamento é a construção de uma ciclofaixa na via central do Guará II, que tem provocado indignação da maioria dos moradores, e, mesmo assim, a obra continua sem que haja a sensibilidade de algum representante do governo de ouvir as críticas dos moradores e tomar uma decisão para adequá-la, até para evitar mais prejuízos e transtornos no futuro. O projeto chegou ao absurdo de fechar o estacionamento de uma quadra comercial, numa época em que o comércio já sofre com as perdas provocadas pela pandemia. E a Administração Regional, que teoricamente deveria representar o governo na cidade, se limita a levar...
Administração do Guará aumenta taxas sobre áreas públicas em 116%
Todo ano as administrações regionais publicam sua tabela de preços para uso de áreas públicas. São os valores pagos por quem usa a calçada de seus estabelecimentos comerciais, por exemplo, por quiosques, bancas da feira, e por quem realiza eventos. O Guará tem um grande número de empresas que utilizam essas áreas, seja como estacionamento para seus comércios, situação muito comum no Park Sul, ou para aumentar a área útil das lojas. É o caso de quase todos os comércios de quadra da cidade.
No fim de janeiro, a Administração Regional do Guará publicou uma nova tabela que trazia um aumento muito maior que o da inflação para esses espaços públios. Em nota, o órgão explicou que “os preços públicos, do exercício de 2022, para a Região Administrativa do Guará, foram reajustados aplicando-se o INPC, acumulado de 2021, que foi 10,96%. Ocorre que, em 2021, foi identificado que os preços públicos cobrados estavam com valores próximos aos publicados em 2009, conforme tabela do Decreto 30.734/2009, que trata de uma redução de 50% dos preços públicos para os anos 2009 e 2010”.
O decreto citado, assinado ainda no governo de José Roberto Arruda, reduziu as taxas para todos os ocupantes desses espaços...
MANÉ DA CODORNA – Quando o dono se funde com o negócio
Quem curte um boteco bem movimentado, bem frequentado e com uma boa comida e ainda tem o privilégio de bater um papo agradável com o dono, certamente conhece o Mané, o Rei da Codorna, o mais conhecido e um dos mais antigos donos de bar do Guará. Dificilmente um morador da cidade não conhece ou não tenha ouvido falar no Mané, não apenas pelo serviço oferecido pelo seu bar, mas também pela figura dele, sempre disposto a conversar com seus clientes, nem que seja para perguntar se estão satisfeitos com o atendimento.
Mas a vida nem sempre foi fácil para esse tocantinense de Ponte Alta do Bom Jesus. Até aos 17 anos ajudava o pai na labuta da roça, um serviço pesado e de poucas perspectivas para o jovem inquieto que pensava num futuro melhor. Manoel dos Santos Freire, 68 anos, veio para Brasília morar com a irmã e o cunhado, mas a convivência não deu certo. Foi quando surgiu a oportunidade de trabalhar no antigo hotel Brasília Palace, hoje reformado pelo empresário Paulo Octávio depois de muitos anos interditado por causa de um incêndio que destruiu todo o seu interior. Foi morar num antigo alojamento de uma construtora na...
Ampliado prazo para regularização de terrenos de instituições
Está pronta a minuta do decreto que vai regulamentar a Lei nº 6.888, de 7 de julho de 2021, que trata da regularização de ocupações históricas por clubes e outras associações e entidades sem fins lucrativos no Distrito Federal e que traz melhorias na regularização de entidades religiosas e de assistência social. O Governo do Distrito Federal (GDF) abriu prazo para que a sociedade civil e entidades deem sugestões acerca do documento; o envio deve ser feito até 6 de março, pelo e-mail moedasocial@terracap.df.gov.br
O decreto esmiúça os três pilares da lei: a concessão de uso para associações e entidades sem fins lucrativos; a licitação exclusiva de concessão de uso para igrejas, templos e entidades de assistência social, e a possibilidade de Moeda Social como forma de pagamento da concessão. As novas regras põem fim a um problema antigo de determinadas ocupações em terrenos do GDF e da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), sendo que algumas delas remontam aos anos 70.
Segundo o diretor de Regularização Social e Desenvolvimento Econômico da Terracap, Leonardo Mundim, “o decreto traz interpretações jurídicas e diretrizes operacionais para a completa implantação de importantes mecanismos de regularização de ocupações históricas, com especial enfoque para a...
PaulOOctavio entrega 500 kits com materiais escolares em seus canteiros de obras
A PaulOOctavio entregou, antes do início do ano letivo, um total de 503 kits com materiais escolares para operários que têm filhos e/ou netos matriculados em estabelecimentos de ensino do DF e Entorno. A distribuição começou no dia 4 e só foi encerrada na tarde desta sexta-feira (11). Os kits são compostos itens como cadernos, canetas, lápis, apontador, borracha e réguas, entre outros. Cinco funcionários-destaque das obras também foram presenteados e cada um ganhou uma cesta básica.
As entregas ocorreram nos canteiros dos residenciais Nívio Gonçalves, Márcia Kubitschek e General Clóvis JacyBurmann, erguidos no Noroeste; Dalmo Rebello, Oceania, Península Lazer & Urbanismo e Manhattan Shopping, em Águas Claras; Jane Godoy, na Asa Norte; e Maestro Cláudio Cohen, no Guará II. Também receberam kits os empregados da Central de Produção e Pesquisa (CPP).
“Viemos aqui para entregar estes kits e pedir aos pais que acompanhem os resultados da meninada. Somos responsáveis pelos nossos filhos, cobrando boas notas e frequência nas aulas, pois eles continuarão o nosso legado. Fico muito feliz quando tenho conhecimento de que filhos de nossos funcionários se formaram médicos, engenheiros, advogados...”
Paulo Octávio
O empresário Paulo Octávio reencontrou vários operários que estão na empresa desde as primeiras obras no Gama, ainda...
População vai ajudar a traçar diagnóstico ambiental no Bernardo Sayão
Os condomínios horizontais do Guará estão prestes a serem regularizados. Mas, antes da venda dos terrenos aos ocupantes, pela Terracap, várias medidas precisam ser tomadas. As obras de infraestrutura obrigatórias estão quase prontas, faltando apenas algumas bacias de contenção das águas das chuvas. Essas obras demoraram por causa de entraves na licitação e de contratos, mas estão agora em andamento. Outra medida é o apoio a ações que diminuam o impacto ambiental das ocupações.
Os lotes estão à margem norte do Córrego Vicente Pires, que desagua no lago Paranoá. São os setores residenciais Bernardo Sayão, IAPI e Águas Claras (por conta da regularização todos são denominados Bernardo Sayão e futuramente deverá se chamar Guará Park). Todas as construções impactam diretamente o córrego e todo o Distrito Federal. Como parte dessas obrigações, a Terracap contratou a consultoria da Geológica, por licitação, a mesma que realizou os estudos do Parque Ezechias Heringer.
Consulta e esclarecimentos à população
O primeiro passo dessa consultoria é a realização de um amplo diagnóstico, junto à comunidade do Guará. Todos aqueles que vivem num raio de 3km do setor podem participar, ou seja os moradores do Setor de Oficinas (AE 2A), Área Especial 4A (grandes edifícios residenciais) QE 40,...



