Paulo Octávio lança novo empreendimento no Guará II

O Residencial Wildemir Demartini será o terceiro prédio da QI 33, e contará com 64 apartamentos com até 228m²

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Jornal do Guará – O Guará recebeu a notícia que sua empresa irá construir um edifício em breve na cidade. A preocupação da maioria dos moradores é com relação ao tamanho do empreendimento. Você pode adiantar algo a respeito deste lançamento?

Paulo Octavio – Em primeiro lugar, é muito importante que se lembre que a PaulOOctavio Investimentos Imobiliários respeita fielmente as regras construtivas. Podemos ter críticas ao excessivo rigor de certas normas, mas as cumpriremos sempre. Por isso, neste nosso lançamento, entregaremos um empreendimento com dez pavimentos, respeitando o gabarito do Guará II. E faremos um edifício de excelente padrão, como é de costume.

 

– E quais serão as características do prédio?

– Vamos chamar o empreendimento de Residencial Wildemir Demartini, um profissional sério, com mais de 40 anos de atuação no mercado imobiliário do Distrito Federal. Curiosamente, nunca fizemos uma incorporação juntos, mas nossa amizade e admiração nasceu na Ademi (Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal), mantendo nossa tradição de homenagear figuras de relevo na história da capital. Serão 64 apartamentos no total. Teremos dois andares de garagens, um pavimento de lazer e de apartamentos Garden, sete andares com quatro apartamentos por andar e duas coberturas. Isso em duas torres. Todas as unidades terão três quartos. Os apartamentos terão 114,12m². As unidades Garden, 199,16m². E as coberturas lineares medirão 228,44m².  Haverá 145 vagas e ofereceremos uma completa rede de lazer ao comprador, com salão de festas, área fitness, piscinas infantil e adulto, sauna, hidromassagem, vestiários, praça, miniquadra, rampa de skate, churrasqueira, espaço gourmet e uma área gramada para playground.

 

– Havia uma preocupação da comunidade em relação a um possível gigantismo do empreendimento, já que foi anunciado outro edifício na cidade, só que com número maior de apartamentos e andares.

– Nossa intenção, ao iniciar um empreendimento, é atender à demanda habitacional sem agredir as cidades. Temos uma presença maciça na Asa Norte, e lá, mesmo com diferentes plantas, sempre respeitamos o potencial construtivo do lote, as regras de ocupação e os demais regulamentos. Achamos importantes os planos diretores de Brasília e cidades, a Lei de Uso e Ocupação do Solo, as regras que fazem da capital um lugar maravilhoso para se viver. Nossos empreendimentos têm uma filosofia de respeito ao cidadão, ao meio ambiente e às regras construtivas. Sejam comerciais ou residenciais, serão sempre pensados de forma racional, com a contratação de escritórios de arquitetura que pensem edifícios belos e funcionais, caso do Residencial Wildemir Demartini, cujo projeto é do escritório Gomes Figueiredo, que tem imensa tradição e trabalho conosco há alguns anos.

 

– Há algum projeto comercial para a cidade?

– No momento, no Guará, não. Há estudos na empresa em relação a outras cidades, para construir empreendimentos comerciais.

 

– Quais seriam estes empreendimentos e onde estariam localizados?

– São projetos ainda em estudo, de mais dois shopping centers. Duas cidades têm esta demanda: Gama e Planaltina. Nós temos projetos para estas duas áreas, e é importante que se diga que um shopping leva muito progresso a uma região. No Guará há um importante shopping center, de rede concorrente, que proporciona empregos e renda para a região e adjacências. O mesmo deve se repetir nestas cidades, como ocorreu em Taguatinga, e principalmente, em Ceilândia, após a construção do JK Shopping. A sua abertura, em 2013, trouxe mais de 5 mil empregos diretos e indiretos na região, e modificou o panorama da região. Lojistas que se integraram ao empreendimento logo começaram a auferir bons resultados. Os escritórios começaram a suprir uma demanda reprimida e isso foi fundamental até para o desenvolvimento do comércio externo. Fora a valorização que houve em outros imóveis, especialmente os residenciais.

 

– As comunidades costumam adotar os shoppings, não acha?

– Certamente. O shopping acaba sendo um ponto de encontro, uma espécie de praça dos tempos modernos. Com a vantagem de oferecerem segurança. São lojas, restaurantes e serviços que atendem, em geral, a populações que tinham de ir para longe buscar este atendimento. A facilidade que um shopping center traz, o conforto que proporciona e a empregabilidade que gera são os fatores que explicam o sucesso deste tipo de empreendimentos comerciais. Mas não estamos apenas neste negócio, pois além do residencial que vamos erguer, em um ano e meio, no Guará II, lançamos mais um empreendimento na Asa Norte.

 

– Abril foi o mês de aniversário de Brasília. Tradicionalmente, sua empresa o comemora de forma bastante expressiva. Como foi este ano?

– Tivemos uma ampla programação. Em termos de investimentos nas cidades do DF, lançamos os residenciais Wildemir Demartini, no Guará II, e Darlan Rosa, este na Asa Norte, que vão gerar emprego e renda aos trabalhadores das obras, e futuras moradias para os compradores. Na área cultural, tivemos a exposição do Paulino Aversa, artista que coloca Brasília como inspiração de suas obras, em nosso Espaço Cult, localizado no estande da PaulOOctavio, na Asa Norte. Também inauguramos uma instalação com painéis famosos de Athos Bulcão, que está à disposição de todos nos jardins do Brasília Palace Hotel. No social, o Taguatinga Shopping, um dos nossos empreendimentos mais importantes, lançou a plataforma TGS Solidário, em parecia com o Transforma Brasil, que permitirá que voluntários e ONGs locais se encontrem, ampliando a chance de desenvolverem trabalhos em prol da coletividade. Por fim, na área ambiental, entregamos as obras de recuperação do Parque do Lago do Cortado, recanto belíssimo de Taguatinga que estava abandonado. A realização desta reforma nos encheu de orgulho, pois pudemos colaborar para melhorar a qualidade de vida da população.

– Na sua opinião, o empresário é malvisto no Brasil?

– Tremendamente. E injustamente. Empresários e cidadãos são os maiores contribuintes para o estado funcionar, por meio dos impostos. O volume pago pelos empresários é gigante, e sustenta a maior parte da máquina estatal. Em troca, geralmente, a visão que se tem do empresário na sociedade é negativa. E isso é extremamente prejudicial, pois empreender no Brasil é dificílimo, não só pela questão dos tributos, mas também por esta desconfiança. Eu acredito, no entanto, que boas práticas podem resolver este problema. Mas os governos precisam parar de demonizar a imagem do setor produtivo. Neste ponto, os atuais chefes da nação e do distrito federal cumprem um importante papel, procurando quebrar este mito. Jair Bolsonaro e Ibaneis Rocha são categóricos ao defender o empresário. E há de se destacar a atuação do ministro da Economia, Paulo Guedes, que tem tido a coragem de propor reformas indispensáveis para o País, e que também alerta a todos que o principal empregador é o setor produtivo, pois a capacidade dos governos de absorver mão de obra está esgotada.

 

– Por falar em Bolsonaro e Ibaneis, e a política? Vai voltar em 2022?

– Meu foco é empresarial. Estou 100% nas empresas. Gosto de política, mas, no momento, não penso em um retorno. Colaboro com a vida pública produzindo no setor privado. Mesmo na crise, não paramos de construir, e somos a única empresa a entregar edifícios neste momento. Isso é trabalhar pelo Brasil e por Brasília. Hoje geramos 5.200 empregos diretos nas diversas atividades empresariais que atuamos. Recentemente assinamos, com muito orgulho, a carteira de trabalho de número 50.000. Recebo muitos convites para participar das eleições, e estarei sempre pronto a ajudar a cidade que amo.

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