quinta-feira, agosto 5, 2021
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Jornal do Guará

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Morgana’s – Tá frio. É tempo de caldo

O frio aumentou em Brasília e ainda deve durar até agosto, boa pedida para vinhos e caldos. Mas, independente do frio, caldo é sempre bem vindo para quem procura uma comida mais leve à noite, de mais fácil digestão. No Guará, a dica é o restaurante Morgana´s, o mais antigo da cidade especializado em caldos. São mais de 150 opções, mas apenas 15 são servidos por vez, mas quem freqüenta todos os dias tem a oportunidade de conhecer os outros, por causa do rodízio. Só pela experiência dá para apostar no restaurante. São 17 anos somente trabalhando com caldos. O restaurante foi criado por Juraci Ferreira da Silva, que até hoje continua comandando a cozinha e criando caldos, sua paixão culinária. A habilidade na cozinha foi descoberta aos cinco anos, mas foi exercitada quando ela teve a oportunidade de ficar com o ponto numa das esquinas do edifício Guará Shopping II, na QI 27 (em frente à QE 30), repassado por uma irmã com quem trabalhava oferecendo refeições. Para fugir da concorrência, inclusive muito próxima, Juraci teve a ideia de vender caldos e cremes. Deu certo. O nome Morgana´s homenageia a filha mais nova Lorena Morgana, 20 anos, que ajuda a...

SushiLoko – Comida oriental pertinho ou dentro de casa

Quando bater a vontade de comer aquela comidinha japonesa, não é preciso ir longe, ou nem mesmo sair de casa. Basta ir ou pedir para o restaurante brasileinse SushiLoko. Instalado em uma charmosa loja na QI 27, na avenida central do Guará II, ao lado de vários outros restaurantes conhecidos dos guaraenses, o Sushiloko oferece um amplo espaço para jantares informais, reuniões e comemorações entre amigos e familiares. Uma excelente opção também é o delivery, que pode ser feito por telefone ou diretamente do site do restaurante (sushiloko.com.br). Ingredientes O segredo da culinária japonesa é a seleção dos ingredientes e o cuidado no preparo. Como a maioria dos pratos são servidos crus ou com pouco cozimento, a qualidade e frescor dos ingredientes são imprescindíveis para garantir a excelência do que é servido. Para isso, as compras são feitas diariamente, pela manhã, antes da abertura do restaurante. A cozinha inspecionada e tudo abastecido para que os clientes possam receber o melhor. Os chefs sushimans Itamir dos Santos e Dione Jesus são os responsáveis pelo preparo. Todos os pratos saem de sua cozinha para as mesas dos clientes após passar por inspeção minuciosa, exigida pelos padrões de qualidade da empresa. Cardápio A variedade do cardápio impressiona....

GUARÁ PRODUTOS METALÚRGICOS

A saga é a mesma que acompanha a maioria dos empresários que vieram do interior, principalmente do Nordeste, e venceram na vida às custas de muito trabalho e determinação. Inconformado com as dificuldades de continuar vivendo com dignidade na pequena Várzea Nova (Bahia), Edson Amaro Soares resolveu tentar a vida em Brasília. Juntou a coragem e vontade de vencer e veio, de mala e cuia. Mais cuia do que mala. O primeiro emprego foi no grupo Pão de Açúcar, onde ficou um ano e meio. De lá, foi ser office boy na Metal Forte, loja de materiais metalúrgicos, por dois anos. Convidado por um amigo, foi ser gerente da antiga Embraco, outra loja do ramo que existia na QE 30. Assim, foram nove anos. Com o conhecimento adquirido no ramo e a determinação, ele resolveu criar seu próprio negócio. Juntou as economias, arranjou um sócio, foi á luta e abriram uma loja na QE 40. Nove anos depois, o sócio saiu e ele passou a tocar o negócio sozinho, ou melhor, com a ajuda do irmão Silvon, seu gerente da loja até hoje. Em dezembro, a Guará Produtos Metalúrgicos está completando 20 anos. Com o crescimento da cidade, o negócio também cresceu....

SAUZ – Restaurante e Terraço

Tudo nele é de primeira: instalações, decoração e, claro, a qualidade da comida. O recém inaugurado Sauz Restaurante e Terraço, na QE 15, prova que o Guará entrou definitivamente no circuito da boa gastronomia. O padrão da cozinha é internacional, mas os preços são acessíveis ao cada vez mais crescente poder aquisitivo do guaraense. O Sauz surgiu da combinação de duas oportunidades. O empresário Maurício Valima já tinha uma academia de dança no prédio da esquina do cojunto “V” da QE 15, em frente ao CRAS e à 4ª Delegacia de Polícia, resolveu aproveitar a parte térrea que tinha sido desocupada, para colocar em prática seus conhecimentos depois de se formar em Gastronomia pelo Iesb. Além da formação superior, contou também sua experiência em restaurante nos Estados Unidos por dez anos. Antes de decidir-se pelo negócio, Maurício conta que procurou pesquisar a demanda por um restaurante de melhor nível na cidade. “Observei que a construção de novos condomínios atraiu moradores de maior poder aquisitivo, ao mesmo tempo em que a cidade carece de opções gastronômicas para atender a esse novo público”. Na criação do perfil do restaurante, Maurício contou com a colaboração do chef Marcelo Piucco, um dos criadores do concorrido restaurante...

Hélio Gazu

No desenho animado Os Flintstones, Gazoo é um alienígena verde e inventou uma máquina com alto poder de destruição. Por isso, foi enviado de seu planeta para a Terra, com o fim ser castigado pela invenção. Na Terra, ele teria que fazer boas ações para se redimir da tenebrosa criação. Já no Guará, outro Gazu assume a função de fazer boas obras, não por obrigação ou castigo, mas por amor à cultura, aos artistas, e à cidade. É Hélio Cavalcante Silva, mas responde pelo apelido de “Gazu” desde pequeno, quando começou a ser chamado assim por causa do desenho infantil, e incorporou o apelido ao nome. Nascido em Brasília, Gazu veio para o Guará ainda bebê e vive na cidade a maior parte do seu quase, meio século de vida. Entre as várias atividades exercidas por ele, destaca-se a de ativista cultural, função que abre espaço social para os efetivos agentes culturais não só em nossa cidade, como em várias cidades do Distrito Federal. Além de cantar na banda de hardcore e punk rock Os Cabeloduro. O nome da banda foi escolhido a princípio para sair do trivial da época, onde as bandas usavam nomes mais pesados, eles procuravam algo mais...

LA BELLA CAFÉ

Servida por bons restaurantes, a cidade ainda carece de mais e boas opções de cafés, aqueles lugares mais refinados que oferecem opções de um lanche no meio da tarde ou à noite. Nada a ver com padarias. Um desses raros lugares para quem tem um sabor mais apurado é o La Bella Café, na QI 27, no edifício Guará Shopping, que se transformou no principal ponto de gastronomia do Guará. Criada originalmente como sorveteria, a casa foi transformada há oito anos num charmoso café com inspiração italiana. Proprietária de uma antiga locadora de vídeo no mesmo prédio, atividade que perdeu espaço com a chegada da TV a cabo, Netflix e as opções de se assistir filmes pela Internet, Laura Rodrigues percebeu que no Guará faltava um espaço que fugisse das pizzarias, dos quiosques que ofereciam os sanduiches conhecidos como “bombas”, os espetinhos da rua e os lanches das padarias. Nada de “pingado”, quitutes gordurosos, pães massudos...Bastava acrescentar mais ofertas e serviços à Sorveteria La Bella, que já funcionava na loja da esquina há dez anos. “A cidade não tinha um espaço assim, que oferecesse algo diferenciado e um ambiente acolhedor. Investi e deu certo”, diz Laura. O ambiente envolvente já foi palco de...

HAROALDO BRASIL

Grande parte da nova rede de iluminação pública do Guará – postes e lâmpadas – foram uma deferência de um guaraense que chegou à presidência da CEB e passou toda a sua vida profissional na empresa. Haroaldo pode ser considerado um filho da CEB, tamanha a identificação e o amor dele pela empresa. Pode-se dizer que ele tem duas mães, porque nutre também um amor incondicional pela cidade do Guará, para onde veio em 1971 e onde continua a morar depois de um tempo no Park Way. Toda essa trajetória de um dos mais entendidos em iluminação pública do DF foi construída em Brasília por acaso. A família estava se preparando para mudar-se de Pedro Afonso (TO), para Belém (PA), quando a mãe faleceu. Os planos tiveram que ser mudados. Uma das irmãs já morava em Brasília, para onde veio a convite de Bernardo Sayão para trabalhar no Hospital JK como enfermeira. Dos 12 irmãos, três vieram acompanhar a irmã, três foram para Goiânia e outro já morava no Rio de Janeiro. O pai ficou tomando conta da fazendinha que a família tinha lá. Era 1961. Inicialmente, todos foram morar com a irmã, na 410 Sul. Haroaldo foi trabalhar no Departamento...

Ataíde Cavalcante, mais que um artesão, um mestre

Paulo Ataíde Cavalcante é o goiano mais guaraense que você vai ouvir falar nos últimos tempos. Atualmente ele reside no Parque das Aves, no setor Hípico Sul, próximo ao Zoológico, mas é figura carimbada nos eventos culturais e no comércio do Guará. Por muitos anos morou na cidade, viu boa parte de sua construção e crescimento nos anos 70 e garante que, para ele, “é a melhor cidade no DF para se morar, porque é perto de tudo, tem uma feira que é referencial, um complexo cultural (Cave) incrível, apesar de estar sendo mal utilizado, e é a cidade com maior número de praças no mundo. 99% dos meus amigos de verdade são do Guará”. Ataíde – como gosta de ser chamado -, conta que na época em que veio para o Guará ela se parecia muito com as cidades de interior, as casas eram todas padronizadas e os moradores também seguiam um protótipo. As famílias conviviam muito bem e havia muitas festas de rua, como a tradicional festa de São João. Com o passar dos anos, alguns moradores se mudaram, outros tantos chegaram, muitos prédios com apartamentos foram construídos; fatores que na opinião de Ataíde descaracterizaram a cidade e...

João Paixão

João Paixão de Lima foi um dos primeiros líderes comunitários do Guará – criou a primeira Prefeitura Comunitária da cidade, na QE 36 - numa época em que liderança comunitária não tinha interesse político e realmente representava os moradores. Hoje, aos 69 anos, Paixão, como é chamado, continua participando dos movimentos sociais e políticos da cidade e é o atual presidente do diretório local do PSDB. Pernambucano de Serra Talhada, Paixão teve que deixar a terra natal quando tinha apenas dois anos de idade para acompanhar o pai e os 11 irmãos rumo à Itapetinga (Bahia) para fugir de uma seca que acometia a região do agreste havia três anos. No interior da Bahia, a família ficou por quatro anos, até o pai morrer, em 1959. Antes, dois dos irmãos mais velhos tinham voltado para o Pernambuco e depois vieram para Brasília em busca de emprego na construção civil. Um ano depois, já empregados e com a morte do pai, resolveram trazer toda a família para a nova capital do país que estava sendo construída. Inicialmente, a mãe e os irmãos foram acomodados numa casa de madeira na 4ª Avenida da Cidade Livre (Núcleo Bandeirante) onde é hoje a Metropolitana. Lá,...

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