Jornal do Guará
Agência do Trabalhador do Guará será desativada
A Agência do Trabalhador do Guará, responsável por intermediar vagas de emprego e garantir alguns dos direitos dos trabalhadores, vai acabar. Oficialmente ela já foi transformada em uma agência itinerante, que vai atender às cidades que não contam com Agência do Trabalhador. A desativação deve ser realizada assim que for seguro, devido à pandemia, a circulação de uma estrutura móvel pelas cidades.
CASA DA MÃE JOANA – Invasões tomam conta do Guará
A inércia dos órgãos públicos por causa da pandemia e de estrutura suficiente para agir com mais celeridade, misturada com a comoção pela necessidade de se ganhar o pão na falta do emprego, tem provocado uma onda de invasões de áreas públicas no Guará nos últimos meses. São quiosques em praças disfarçados de trailers, cercamento de áreas verdes com muros, ampliação de quiosques além do permitido, proliferação de tendas de hortigranjeiros... tem invasão para todos os gostos. E cada vez em maior quantidade.
A omissão dos órgãos fiscalizadores acaba estimulando também quem não pensava em invadir, pelo simples fato de que todos devem ter o mesmo direito. Ou, que consolidada a invasão, a regularização virá depois, como o governo tem feito com os quiosques e trailers.
O principal símbolo dessa omissão é a ocupação de toda a faixa entre a Área Especial 2A, mais conhecida como Setor de Oficinas, a QE 40 e a linha férrea, onde surgem novas edificações a cada semana ou mês e a comercialização de terrenos é feita de forma aberta. A invasão desrespeita inclusive as normas de segurança, que estipula muma distância de 15 metros da linha férrea para qualquer edificação, de acordo com a Lei...
Marcelo Poli – Pioneiro da boa gastronomia do Guará
Se perguntarem a quem mora no Guará há mais de 30 anos qual o restaurante da cidade que mais vem à sua lembrança, a maioria certamente vai responder que é o... Marrom Glacê. E qual o sanduiche símbolo do Guará, a resposta mais ouvida com certeza será o ... Bomba. E a agência de automóvel mais antiga e mais conhecida da cidade, vão responder que foi a Poli Veículos.
Em comum sobre os três símbolos da cidade está o empresário Marcelo Poli, responsável por esses e outros empreendimentos no Guará nas décadas de 70, 80 e 90. Ele foi dono do restaurante Marrom Glacê, na QE 7, durante muitos anos o mais frequentado pela socidade guaraense, numa época em que ainda não existiam os self services. Foi o criador do sanduiche que recebeu o nome de “Bomba”, que é até hoje um símbolo da cidade, vendido às centenas na lanchonete Marrom Clacê, no outro lado do restaurante e depois na lanchonete no conjunto Karim, em frente à Caixa Econômica. Quem apreciava uma boa comida deve se lembrar também da Churrascaria Casablanca, no Cave, onde depois veio se instalar a Casa da Cultura. Ou do restaurante Hora Extra, na QE 24,...
Sushi Gourmet agora no Guará
A proposta é diferente de todos os outros japoneses do Guará. O chef Tarin Mercadante traz sua experiência (e de sua família) para uma casa que entrega qualidade e inovação em comida japonesa. Localizada no comércio da QE 15, ao lado da Pão Dourado, o Sushi Gourmet por enquanto trabalha apenas com entregas, mas em poucas semanas abrirá o seu buffet, seguindo, claro, todas as recomendações para evitar a contaminação pelo coronavírus.
A casa
O chef Tarin Mercante começou muito cedo a frequentar as cozinhas orientais de Brasília. Veio com 2 anos dos Estados Unidos, onde nasceu, para acompanhar o pai, o chef Dema Mercadante, comandante dos principais cardápios japoneses da cidade. Depois de estabelecido, uniu-se à esposa Pollyanne Silva também nos negócios e abriu o Sushi Gourmet, com uma loja em Samambaia e agora no Guará.
Cardápio
O carro-chefe são os combinados. São três opções em quatro tamanhos diferentes cada: o tradicional, o especial e o mix (um pouco de cada). O incrível é, que por conta dos ingredientes extremamente frescos, os integrantes de cada combinado também variam. No combinado tradicional vão peças de sashimi e sushi (inclusive hot) mais conhecidas, com salmão, anchova defumada, camarão, kani e outros.
No especial as coisas...
Administração do Guará já utilizou mais de 460 toneladas de massa asfáltica
Os buracos nas vias públicas da cidade estão com os dias contados. A Administração Regional do Guará em parceria com a Companhia Urbanizadora Nova Capital (Novacap) intensificou a operação tapa-buraco com o objetivo em zerar todos os buracos das ruas do Guará. O órgão recebeu um reforço importante com a destinação de emenda parlamentar do deputado distrital Delmasso no valor de R$ 184.044,74.
Para Diogo de Araújo, que precisa acessar a rua da QE 42, no conjunto F, o serviço chegou em boa hora. "O asfalto estava precisando desse cuidado, passo aqui várias vezes de carro e agora, teremos mais segurança", afirmou o síndico de prédios na região.
A Administração Regional do Guará mesmo no auge da pandemia e do distanciamento social não interrompeu as atividades de manutenção e conservação da cidade, com todos os cuidados recomendados pelas autoridades sanitárias.
"Recebemos um apoio importante do GDF, especialmente com o programa GDF Presente sempre disposto em somar forças seja no reforço de maquinário, de trabalhadores e no atendimento às demandas dos cidadãos guarenses", destacou a titular da regional, Luciane Quintana.
Dados da equipe de obras da pasta revelam que de abril a setembro deste ano, foram utilizadas 466,45 toneladas de massa asfáltica para cobrir...
Algo tão bom – Adilson Cordeiro Didi lança livro de poesias infantis pela editora Jornal do Guará
O poeta guaraense, mas natural de Pirapora, Adilson Cordeiro Didi, acaba de lançar mais um livro. Desta vez, um livro de poesias infantis. O escritor já tinha experiência na área, com o livro Algo Tão Doce. Ilustrado pelo jornalista Rafael Souza e pelo artista plástico Jorge Gustavo, o livro foi pensado para as crianças interagirem com as imagens, colorindo-as.
“Sinto uma emoção especial ao escrever poesias para crianças! Eu entro no mundo infantil com as brincadeiras, faço perguntas aos pequenos e me transformo em outra criança, mas observando as reações acompanhadas dos sorrisos infantis, esse remédio bom pra tudo e com efeitos colaterais positivos por longo tempo”, emociona-se o poeta. “Também gosto de ler para elas e sinto, assim, que o mundo ainda tem jeito, através dos brilhos nos olhinhos”.
Por enquanto Algo Tão Bom está disponível em versão digital, mas em breve será distribuído impresso, em um envelope com as folhas soltas, para que o máximo de crianças possam colorir, carregar e presentear quem quiser com sua arte. Parte dos livros serão doados às escolas públicas do Guará no próximo ano letivo.
O escritor
Adilson Cordeiro, conhecido como Didi é natural de Pirapora-MG, funcionário do Banco do Brasil, aposentado. Detentor do prêmio...
Startup promete revolucionar alfabetização financeira no país
Uma pesquisa da consultoria Standard & Poors sobre o índice de alfabetismo financeiro no mundo, em 2014, aponta que 30% da população mundial é considerada “alfabetizada financeiramente”.
O termo “alfabetismo financeiro”, segundo os pesquisadores Leora Klapper e Peter van Oudheusden, do Banco Mundial, e Annamaria Lusardi, da The George Washington University School of Business, refere-se ao grupo de pessoas que conhecem conceitos básicos de finanças, como taxa de juros simples, juros composto, inflação e risco.
Em um ambiente financeiro cada vez mais sofisticado, surgimento das fintechs, implantação do PIX, que é a plataforma do Banco Central do Brasil que vem para facilitar os pagamentos e transferências bancárias, taxa SELIC em níveis mais baixos da história e certa facilidade de crédito face à pandemia do Covid-19, é cada vez mais evidente a necessidade de as pessoas estarem bem informadas sobre finanças e gestão financeira.
O conhecimento básico sobre elementos de finanças torna-se mais importante em ambientes nos quais o desemprego e a queda de renda são mais presentes, como é o caso do Brasil. No país, essa deficiência também tem muito a ver com a frágil base educacional, principalmente no ensino da matemática.
O grande desafio, contudo, é como dar às pessoas o...
Que tal voltar a jogar queimada?
Tem quadra, bola, uniforme, tênis, suor, linguajar próprio, estratégia, regras e juíza, mas não é nenhum esporte que as pessoas estão acostumadas a ver ou praticar. Estamos falando da queimada. Sim, aquela brincadeira que nos remete à infância. Agora, também é coisa de adulto e é levada a sério no Projeto Zoe. Perda de peso, melhoramento do sistema imunológico, diminuição do risco de doenças cardiovasculares, fim do sedentarismo, ajuda na definição dos músculos dos braços e pernas e agilidade no raciocínio estão entre os benefícios alcançados pelas participantes.
O Projeto Zoe é destinado somente às mulheres e os jogos acontecem nas quadras do Parque Ezechias Hering durante a semana. A atividade é aberta à toda comunidade e é totalmente gratuita.
O projeto teve origem em 2015 e recebeu o nome de “Zoe” que significa “vida”. “O objetivo do grupo é resgatar justamente essas brincadeiras da infância, do tempo que a criançada podia ficar na rua onde tudo era motivo para diversão. E escolhemos a queimada, porque é uma atividade que não é muito comum atualmente, mas é muito querida pelas pessoas”, conta Jéssica Martins, uma das pioneiras do Zoe.
Em outros países, a queimada é considerada um esporte, porém no Brasil é...
Mulheres empreendedoras unidas
A pandemia e o consequente isolamento social afetam a todos. Mas, as mulheres têm sentido mais dificuldades do que o comum, já que a rotina múltipla e os cuidados com a casa multiplicaram-se. Além disso, a redução de postos de trabalho atinge principalmente as mulheres.
“Sabemos que as mulheres foram as mais afetadas pela pandemia. Estima-se que cerca de 52% das empreendedoras tiveram que fechar suas empresas, seja temporariamente ou mesmo de vez. Apesar disso, elas também foram as que agiram melhor para se restabelecer dentro do chamado novo normal”, explica Nayana Cambraia, multiplicadora do Programa Ela Pode, palestrante do Oportunidade Mulher e CEO da UMMA-Soluções em Saúde.
“Aqui no Guará temos muitas mulheres empreendedoras que ainda estão sofrendo com as adversidades trazidas pela pandemia, além disso, o empreendedorismo feminino já é cheio de desafios, pensado nisso, resolvi usar da minha expertise em gestão de pequenos negócios para ajudar as mulheres da nossa cidade criando o movimento Nosso Negócio”, continua.
O foco é apoiar essas mulheres que desejam ter um negócio de sucesso, ajudando a despertar o autoconhecimento, auxiliar com a divulgação dos por meio digital, aumentar a rede de contatos e melhorar a competitividade, além de auxiliar no acesso ao crédito...
Solano’s Sport Bar – Um boteco que vende alegria
Conta a história que os bares mais longevos e frequentados do Guará são personificados pelos seus donos, como Mané das Codornas, Quiosque do Sinval, Quiosque do Valdécio (falecido há quatro meses) e, claro, Solanos Sport Bar, na QI 22. Além da presença constante e da simpatia do dono Solânio de Oliveira Sousa e da mulher Lidiane, o bar é conhecido por ter um dos melhores cardápios de tira-gostos e comidas da cidade.
“Cerveja gelada e tira-gosto todo mundo vende. Mas o que procuramos vender aqui é alegria”, define Solânio quando é perguntado sobre o que seria o diferencial do seu bar. Com efeito, o Solanos Sport é mais que um simples boteco, é um ponto de encontro de amigos, alguns deles clientes da casa há dez anos, desde quando funciona na QI 22, ou desde quando o bar foi aberto e perambulou pelas QIs 10, 6, 8 e 1 do Guará I por outros 15 anos até fixar-se no atual endereços. É comum grupos de amigos se formarem nas mesas sem que tenham combinado de se encontrarem lá. Basta chegar que sempre tem algum conhecido.
O “sport” acrescentado ao nome da casa não é por acaso. Lá é também um ponto...



